O edital verticalizado de Ministério das Relações Exteriores (MRE) para o cargo de Diplomata (terceiro Secretário) reúne 8 matérias, 51 tópicos e 216 subtópicos, com cerca de 432 horas de estudo estimadas — a matéria de maior peso é Política Internacional. Abaixo está o conteúdo programático completo, com a ordem de estudo recomendada.
8
Matérias
51
Tópicos
216
Subtópicos
~432h
Horas estimadas
São 432h de conteúdo divididos em 8 matérias. Estudando 2h por dia, o preparo leva cerca de 8 meses — e essas 2h são muitas vezes as únicas horas livres do dia de quem trabalha.
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8meses
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Top 5 matérias
As mais pesadas do edital
Política Internacional
25%
História do Brasil
22%
História Mundial
16%
Geografia
14%
Economia
10%
Concurso de altíssima seletividade para formação de diplomatas do Itamaraty, com exigência de domínio simultâneo de idiomas, história, geopolítica e economia. O candidato ideal é polivalente, com visão sistêmica de relações internacionais e capacidade de análise crítica. Nível de dificuldade: muito alto, com reduzido número de vagas e banca (CESPE/Cebraspe) conhecida por questões contextualizadas e ambíguas.
Muito alta — requer síntese de 8 matérias interconectadas, leitura de textos densos em inglês e português, e compreensão de cenários geopolíticos contemporâneos sem respostas óbvias.Base fundacional para entender posicionamento brasileiro em Relações Internacionais; contexto de identidade nacional que influencia todas as análises de Política Internacional e Economia. CESPE cobra intersecção com formação de blocos e alianças.
Candidatos focam apenas em cronologia factual e ignoram análise de consequências para inserção global do Brasil — a banca cobra conexão entre período colonial, independência e projeção diplomática atual.
Contexto estrutural de como potências atuais se formaram; essencial para interpretar Política Internacional e relações bilaterais. CESPE conecta eventos históricos a decisões geopolíticas contemporâneas.
Decorar datas é ineficaz — CESPE cobra análise de causas e consequências de conflitos, revoluções e tratados; muitos candidatos falham por não entender por que um fato importa hoje.
Instrumento de prova; seleção inicial rigorosa em compreensão textual, análise crítica de argumentos e coesão. CESPE usa textos de relatórios diplomáticos reais, ONU, imprensa especializada.
Ilusão de domínio — brasileiro nativo erra em inferência lógica e raciocínio crítico textual. CESPE premia quem sai do automático e analisa estrutura argumentativa de editoriais e documentos oficiais.
Instrumento de prova e ferramenta de pesquisa essencial — muita bibliografia de Relações Internacionais está em inglês. CESPE cobra interpretação de textos sobre diplomacia, tratados e análises internacionais.
Nível B2+/C1 é piso mínimo — candidatos com inglês intermediário fracassam em textos com vocabulário técnico-diplomático (ratification, bilateral agreements, sanctions regime). Estudar conteúdo EM inglês, não apenas inglês isolado.
Núcleo duro da prova — peso máximo, integra História Mundial, Geografia, Economia e análise de casos brasileiros. CESPE cobra compreensão de multipolarismo, soft power, instituições internacionais e conflitos regionais.
Candidatos estudam Política Internacional como disciplina isolada e perdem as conexões com economia de blocos (Mercosul, BRICS) e posicionamento brasileiro — estudar casos concretos (Irã, China, Oriente Médio) com impacto direto.
Suporte crítico para Política Internacional e Economia — posição geográfica define alianças, recursos, rotas comerciais. CESPE cobra geografia política e econômica, não apenas física.
Confundir geografia física com geografia política — CESPE não cobra capitais e rios isolados, mas sim como Geografia explica blocos regionais (ASEAN, União Africana), conflitos (Crimeia, Golfo Pérsico) e integração econômica.
Tradução material de decisões diplomáticas — comércio, câmbio, investimento direto, blocos econômicos. Interdependência crítica com Política Internacional (sanções, negociações comerciais) e Geografia (recursos, localização).
Superficialidade fatal — candidatos decoram conceitos (inflação, PIB) sem entender impacto em negociações diplomáticas; CESPE cobra como economia explica alianças (relação EUA-Israel, China-Vietnã) e conflitos (guerra comercial).
Lastro legal de atos diplomáticos — Direito Internacional, tratados, Convenção de Viena, direitos humanos. Menor peso que Política Internacional, mas essencial para legitimidade de respostas.
Estudar Direito Constitucional genérico em vez de Direito Internacional Público — CESPE cobra Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas, Cartas da ONU, tratados bilaterais e multilaterais, não código civil.
Clique em cada conexão para entender como as matérias se relacionam
Política Internacional deve ser seu hub — ao estudar cada tema (multipolarismo, soft power, regimes internacionais), trace linhas para História Mundial (por que a ordem atual é assim), Geografia (quem se alinha com quem e por quê), Economia (como blocos funcionam) e casos brasileiros. Candidatos que dominam Política Internacional tendem a acertar 60%+ das questões nas outras matérias por coerência sistêmica.
A banca não cobra 'qual é a capital de X' — cobra por que X tomou decisão Y e quais foram consequências. Ao estudar qualquer tema (sanções ao Irã, negociação climática, disputa comercial China-EUA), sempre pergunte: quem se beneficia, quem perde, qual é o cálculo de cada ator. Questões CESPE em Política Internacional têm distratores que parecem corretos mas ignoram contexto.
Esse peso reflete importância relativa na prova CESPE e interdependências. Investir igualmente em todas as 8 matérias é desperdício — Política Internacional é o filtro mais seletivo, História fornece contexto estrutural, Economia explica decisões atuais. Idiomas já exigem fluência prévia; não é possível aprender inglês do zero em 432 horas.
Muitos candidatos leem jornais (G1, BBC, Reuters) e acham que dominam o tema — não dominam. CESPE cobra síntese teórica e análise crítica, não notícias. Exemplo: saber que há conflito Rússia-Ucrânia é mínimo; explicar por que a NATO se expandiu, como isso violou expectativas russas, qual é a geometria de alianças resultante — isso CESPE cobra. Estude usando fontes acadêmicas (livros de relações internacionais, artigos de journals) + casos concretos.
Ciclo 1 (semanas 1-16): domine História (Brasil + Mundial) e Direito como base; paralelo com Língua Portuguesa e Inglesa. Ciclo 2 (semanas 17-28): integre Política Internacional + Geografia + Economia, conectando sempre a História. Ciclo 3 (semanas 29-36): estude 3-4 simulados CESPE completos, revise lacunas, analise erros padrão. Essa progressão reflete como a banca conecta matérias.
CESPE cobra Relações Internacionais mas sempre com foco em inserção brasileira, alianças brasileiras, posição brasileira em conflitos. Ao estudar China ou EUA, sempre pergunte: qual é o interesse/posição brasileira? Como Brasil reage? Esse olhar torna respostas mais precisas porque a banca quer diplomata que pensa 'como Brasil pode agir' não 'como mundo funciona'.
Para cada grande tema (Ásia-Pacífico, Oriente Médio, América Latina, Segurança Climática), monte diagrama com: quais são os atores principais, qual é o interesse de cada um, qual é a história que os une/divide, qual é o peso econômico, qual é a posição brasileira. Isso força síntese horizontal das 8 matérias e treina raciocínio que CESPE cobra — não questões isoladas mas conexão entre matérias.
Você tem o edital na frente. Sabe o que existe. O problema vem amanhã de manhã — qual matéria você abre? Por quanto tempo? E o que estudou semana passada, quando revisa?
A maioria resolve isso numa planilha. Funciona por dois, três dias. Aí vem um imprevisto, um dia de trabalho que apertou — e o cronograma vai por água abaixo. Não por falta de vontade. Por falta de um sistema que funcione quando a rotina não coopera.
Saber o que existe no edital e saber o que fazer hoje são coisas muito diferentes. A segunda é o que aprova.
Como funciona
Você acabou de ver o que a banca cobra. O MeuTutor pega esse mesmo conteúdo e transforma em plano diário — qual matéria estudar, por quanto tempo, e quando revisar cada coisa. Em 60 segundos, do edital bruto ao cronograma pronto.
01
Cole o edital
Você cola o conteúdo programático. O MeuTutor lê tudo e identifica cada matéria automaticamente.
02
O MeuTutor organiza
Calculamos o peso de cada matéria no edital e definimos quantas vezes cada uma entra na sua semana — sem achismo.
03
Plano diário pronto
Cada dia você sabe exatamente o que estudar e por quanto tempo. Chega de abrir o livro errado.
O MeuTutor distribui o edital inteiro na sua semana pelo peso de cada matéria — não num plano genérico da internet.
No papel, qualquer candidato sabe o que precisa estudar. Na prática, a diferença está em quem tem um sistema que não quebra.
Você tem pela frente
~432h
de conteúdo — a questão é distribuir isso bem ou desperdiçar metade
Sem método
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Quem já usa descreve melhor do que qualquer argumento.

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Fábio L.
✓ Aprovado PF 2025· Fundador do MeuTutor"Passei na Polícia Federal sem curso caro. Estudei pelo edital, na ordem certa, com uma rotina diária clara. Não sabia por onde começar — depois que montei minha estrutura, cada dia eu sabia exatamente o que fazer. Criei o MeuTutor pra qualquer candidato conseguir fazer o mesmo, sem depender de curso caro ou de descobrir o método sozinho."
@meu.tutor.appPróximo passo
Cole o conteúdo programático, defina quantas horas por dia você tem — o MeuTutor monta sua rotina: o que estudar, por quanto tempo, e quando revisar. Um cursinho custa R$300 ou mais por mês. O plano custa R$129,90 pelo ano inteiro.
Quer explorar o edital antes de decidir? Ele está completo logo abaixo.
Ministério das Relações Exteriores (MRE) — Diplomata (terceiro Secretário)
Língua portuguesa modalidade culta
Leitura e produção de textos
Primeira Fase
Segunda Fase
Período colonial
Processo de independência
Primeiro Reinado (1822-1831)
Regência (1831-1840)
Segundo Reinado (1840-1889)
Primeira República (1889-1930)
Era Vargas (1930-1945)
República Liberal (1945-1964)
Regime Militar (1964-1985)
Processo democrático (1985-presente)
Impactos tecnológicos século XXI
Estruturas e ideias econômicas
Revoluções
Relações internacionais
Colonialismo e imperialismo
Evolução política nas Américas
Ideias e regimes políticos
Vida cultural
Relações internacionais século XXI
Conceitos básicos
Política externa brasileira
Brasil e América do Sul
Relações bilaterais
Brasil e Oriente Médio
Comunidade dos Países de Língua Portuguesa
Agenda internacional multilateral
Sistema interamericano
Blocos econômicos e acordos comerciais
Segurança na política exterior
Coalizões internacionais
Cooperação Sul-Sul
Diplomacia da saúde
História da Geografia
Geografia da população
Geografia econômica
Geografia Agrária
Geografia Urbana
Geografia política
Geografia e gestão ambiental
Microeconomia
Macroeconomia
Economia internacional
História econômica brasileira
Economia digital século XXI
Direito Constitucional
Direito Administrativo
Direito Internacional Público
Exemplo de semana de estudos
Assim fica uma semana de preparação para Diplomata (terceiro Secretário) estudando 3 horas por dia: três matérias por dia, cada uma com um tópico do edital e o tempo ajustado ao peso da matéria. As revisões entram automaticamente nos intervalos certos.
Seg
Política Internacional
Conceitos Básicos
70 min
História do Brasil
Período Colonial
60 min
História Mundial
Estruturas e Ideias Econômicas
50 min
Ter
Geografia
História da Geografia
80 min
Economia
Microeconomia
60 min
Direito
Direito Constitucional
40 min
Qua
Língua Portuguesa
Língua Portuguesa Modalidade Culta
20 min
Língua Inglesa
Primeira Fase
20 min
Política Internacional
Política Externa Brasileira
120 min
Qui
História do Brasil
Processo de Independência
80 min
História Mundial
Revoluções
60 min
Geografia
Geografia da População
50 min
Sex
Economia
Macroeconomia
90 min
Direito
Direito Administrativo
50 min
Língua Portuguesa
Leitura e Produção de Textos
40 min
Sáb
Língua Inglesa
Segunda Fase
20 min
Política Internacional
Brasil e América do Sul
90 min
História do Brasil
Primeiro Reinado (1822-1831)
80 min
Dom
História Mundial
Relações Internacionais
70 min
Geografia
Geografia Econômica
60 min
Economia
Economia Internacional
50 min
Todo dia é dia de estudo — o MeuTutor não deixa buracos no cronograma. As revisões espaçadas (1, 7, 15 e 30 dias) entram sozinhas no meio do caminho, bem na hora em que você está prestes a esquecer o conteúdo.
Esse é um modelo pronto. O seu vai ser diferente: o MeuTutor monta o cronograma a partir das suas horas reais, da data da prova e do seu desempenho — e quando a rotina aperta e você perde um dia, ele reorganiza sozinho. A planilha não faz isso.
Criar meu cronograma de estudosVocê acabou de ver o edital inteiro.
Agora imagine montar uma rotina diária a partir disso sem ajuda. O MeuTutor faz isso em 60 segundos — e ajusta conforme você avança.
Leituras complementares
Como montar cronograma de estudos para concurso
Estruture sua rotina semana a semana
Revisão espaçada para concurso
Não esqueça o que estudou
Estudar por questões: estudo reverso
O método que mais aprova
Estratégia para resolver questões
Ganhe pontos com técnica
Ciclo de estudos para concurso
Organize matérias por blocos
Descanso e sono para concurso
Memória depende de recuperação
Você acabou de ver o edital inteiro. Agora falta o plano.
Esse edital já está estruturado. Falta montar sua rotina.
Cole o conteúdo programático e defina quantas horas por dia você tem. Em 60 segundos o MeuTutor gera sua rotina — o que estudar cada dia, revisões automáticas e progresso por matéria.
R$129,90 no ano · 7 dias de garantia · Sem renovação automática
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8meses
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Nível do concurso
Muito alta — requer síntese de 8 matérias interconectadas, leitura de textos densos em inglês e português, e compreensão de cenários geopolíticos contemporâneos sem respostas óbvias.
Fábio L. — fundador
Aprovado PF 2025
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@meu.tutor.appTop 5 matérias
As mais pesadas do edital
Política Internacional
25%
História do Brasil
22%
História Mundial
16%
Geografia
14%
Economia
10%